Entender o que você está vivendo
Antes de decidir qualquer coisa, é preciso conseguir olhar para a relação com calma. A gente organiza o que está acontecendo, o que você sente e o que está pesando mais.
Eduarda Marilia Araújo Sirqueira · Psicóloga · CRP-23/004002
Sou psicóloga e atendo mulheres que estão vivendo conflitos no namoro ou no casamento, um término, uma relação difícil com a família ou a sensação de se perder para manter alguém por perto. Sessões individuais por vídeo, para você olhar para as suas relações, de onde estiver.
Nem sempre uma relação difícil tem briga. Às vezes é um cansaço que não passa, um aperto antes de chegar em casa ou a sensação de estar sempre pisando em ovos.
Talvez você se reconheça em algumas destas situações:
Isso não é um teste e não serve para dar diagnóstico, nem sobre você nem sobre a outra pessoa. É só para você saber que o que sente é comum e pode ser olhado com cuidado.
Muita gente procura terapia depois de ler sobre dependência emocional e se reconhecer. Não é um diagnóstico, é um jeito de falar de algo que dói: quando a relação vira o centro de tudo, e o medo de perder a pessoa fica maior do que o cuidado com você mesma.
Se você se identificou, não é porque você é fraca ou “carente demais”. Desde cedo, muitas mulheres aprendem que
A gente aprende a se relacionar nas relações que vive, em casa, com a família, com o que vê ao redor.
Eu trabalho com a psicologia histórico-cultural. Na prática, isso quer dizer que eu não olho para o seu jeito de amar como um defeito.
Olho para você dentro da sua história, para entender junto com você de onde vem esse medo e o que você aprendeu sobre o seu lugar numa relação.
Cada processo é diferente, porque cada pessoa e cada relação são. Em geral, o trabalho passa por estes caminhos:
Antes de decidir qualquer coisa, é preciso conseguir olhar para a relação com calma. A gente organiza o que está acontecendo, o que você sente e o que está pesando mais.
Por que você sempre acaba no mesmo lugar? A gente olha para a sua história, para as relações que você viu e viveu, e para o que se repete nas relações de hoje.
O que você quer? O que você aceita? O que você não aceita mais? A terapia é um lugar para ouvir a sua própria resposta, sem ninguém te puxando para um lado.
Dizer o que sente, pedir o que precisa, pôr um limite. A gente pensa junto em passos possíveis na sua vida real, no seu ritmo e sem obrigação de tomar uma grande decisão.
Eu não vou te dizer se você deve ficar ou terminar. Essa decisão é sua, e o meu papel é te ajudar a chegar nela com mais clareza.
Pode ser só um “oi”. Eu respondo e a gente conversa sobre o melhor horário para você.
O fim de uma relação mexe com muita coisa ao mesmo tempo. Mesmo quando foi você quem decidiu terminar, pode doer. E mesmo quando todo mundo diz que foi melhor assim, você pode sentir falta.
Não existe um tempo certo para superar um término, e não existe um jeito certo de sentir.
A terapia é um lugar para falar do que ficou, sem ninguém te apressar e sem precisar fingir que já passou. A gente também olha para o que essa relação te mostrou sobre você e sobre o que você quer daqui para frente.
O atendimento é individual. Você não precisa levar o parceiro, a parceira, a mãe ou ninguém da família, e a outra pessoa não precisa saber que você está fazendo terapia. A gente conversa sobre você dentro dessas relações.
Se você divide a casa com a pessoa de quem quer falar, dá para encontrar um lugar possível para a sessão: o carro, uma caminhada com fone, o intervalo do trabalho ou um horário em que você esteja sozinha. A gente pensa nisso junto.
Começar é simples:
Você manda uma mensagem no WhatsApp. Não precisa contar o motivo. Um “oi, quero saber sobre a terapia” já basta.
Eu respondo. Tiro as suas dúvidas e falo sobre horários, valor e plano terapêutico. A gente combina algo que caiba na sua realidade, e conversar não obriga você a marcar.
A gente combina a primeira sessão. Você recebe o link e entra na hora marcada, do celular ou do computador.
Sou a Eduarda, psicóloga, e atendo mulheres a partir de 18 anos em psicoterapia online. Na sessão, eu escuto, pergunto, comento e penso junto com você. Aqui você não vai ser julgada pelas suas escolhas nem pela relação em que está, e eu não vou tomar partido de ninguém.
As sessões são individuais, por vídeo, com 50 minutos, e o que você diz fica entre nós, como determina o Código de Ética do Psicólogo. Tenho horários flexíveis que cabem na sua rotina.
Conheça a Eduarda →Importante
Este site não oferece atendimento de emergência. Se você está passando por uma crise forte agora, ou sente que pode se machucar, ligue 188 (CVV), que atende 24 horas e de graça, ou procure o pronto-socorro mais próximo.
Se alguém está te machucando, te ameaçando, controlando o seu dinheiro, o seu celular ou com quem você fala, isso também é violência, mesmo sem marca no corpo. Ligue 180, a Central de Atendimento à Mulher, que atende 24 horas, de graça e sem você precisar se identificar. Se você estiver em perigo agora, ligue 190.
A terapia pode caminhar junto com essa rede de apoio, mas não substitui a proteção de que você precisa neste momento.
Pode. O atendimento é individual e a terapia é sua. A gente conversa sobre o que você sente, o que você quer e como você se coloca na relação. A outra pessoa não precisa participar nem saber. Eu não atendo casais.
Não. Essa decisão é sua. O que eu faço é te ajudar a entender o que você está vivendo e o que você quer, para que a escolha, qualquer que seja, venha de você.
A terapia é um lugar para entender de onde vem o medo de perder alguém e o que você aprendeu sobre amar. Eu não vou te prometer um resultado, porque ninguém pode prometer. A gente acompanha junto, ao longo do caminho, como isso muda a forma como você se relaciona.
Serve. Relacionamento não é só namoro e casamento. A relação com a mãe, o pai, irmãos e outras pessoas da família aparece muito na terapia, e também pode ser o tema principal.
Atendo. O atendimento é para mulheres a partir de 18 anos, qualquer que seja o tipo de relação que você vive. Aqui você pode falar da sua vida sem precisar explicar ou justificar quem você ama.
A forma como a gente se relaciona costuma estar ligada à forma como a gente se enxerga. Se você se reconhece nisso, vale ler também:
Não precisa escolher um tema. Na terapia, a gente fala de tudo o que estiver junto.
Pode me mandar uma mensagem do jeito que conseguir, curta ou longa, mesmo que ainda não saiba se quer ficar, sair ou só entender melhor. Eu respondo, tiro as suas dúvidas e a gente vê com calma o melhor horário para você.
Você manda uma mensagem e eu mesma respondo.