Um lugar onde você não precisa estar bem
Na sessão, você não precisa sorrir, explicar nem fingir que está tudo certo. Pode chegar do jeito que estiver, inclusive sem vontade de falar.
Eduarda Marilia Araújo Sirqueira · Psicóloga · CRP-23/004002
Sou psicóloga e atendo mulheres que estão carregando uma tristeza que não passa. Sessões individuais por vídeo, de onde você estiver, no seu tempo e sem cobrança.
Se você está pensando em se machucar agora, ligue 188 (CVV). É de graça e atende 24 horas.
Todo mundo fica triste. Depois de uma perda, de uma decepção, de uma fase difícil. Em geral, essa tristeza vai cedendo aos poucos.
Às vezes, ela não cede. Fica semanas, meses. Para algumas mulheres, ela vem como choro. Para outras, vem como um cansaço que o sono não resolve, ou como um vazio em que nada parece ter graça.
Muitas continuam trabalhando, cuidando da casa e respondendo mensagens, e ninguém em volta percebe.
Talvez você esteja se perguntando se o que sente é tristeza ou depressão. Você não precisa saber a resposta para procurar terapia.
O nome importa menos do que o fato de que está pesando. Entender o que está acontecendo é algo que a gente faz junto, com calma.
Muitas mulheres chegam à terapia se cobrando:
A tristeza que não passa não é falta de força de vontade, e ela não nasce do nada. Ela tem a ver com a vida que você leva: o que você carrega sozinha, as perdas que não teve tempo de sentir, as relações que desgastam, o trabalho, o dinheiro, o que sempre esperaram de você.
Eu trabalho com a psicologia histórico-cultural. Na prática, isso quer dizer que eu não olho para a sua tristeza como um defeito seu. Olho para você dentro da sua história e da sua rotina, para entender junto com você o que está pesando e de onde isso vem.
Cada processo é diferente, porque cada pessoa é. Em geral, o trabalho passa por estes caminhos:
Na sessão, você não precisa sorrir, explicar nem fingir que está tudo certo. Pode chegar do jeito que estiver, inclusive sem vontade de falar.
A gente olha junto para quando essa tristeza começou, o que mudou na sua vida e o que você vem carregando. Aos poucos, o que parecia sem explicação começa a fazer sentido.
Às vezes, parte do que você sente vem de algo concreto: uma rotina que esgota, uma relação que machuca, uma carga que só você carrega. A terapia também é lugar para pensar nessas situações e no que você quer fazer com elas.
Sem metas grandes e sem cobrança. A gente pensa junto em pequenas coisas possíveis na sua semana, a partir da sua rotina real, e respeita os dias em que nada parece possível.
Não existe prazo fixo nem fórmula. A gente vai no seu ritmo, e você participa de cada passo.
Pode ser só um “oi”. Eu respondo e a gente conversa sobre o melhor horário para você.
Essa é uma das dúvidas mais comuns de quem procura ajuda para a depressão.
A psicóloga
Trabalha pela conversa: é a psicoterapia.
O psiquiatra
É médico e avalia se faz sentido usar remédio.
Juntos
São cuidados diferentes, e em muitos casos eles caminham juntos.
Você pode começar pela terapia, sem encaminhamento. Se ao longo das sessões eu perceber que uma avaliação psiquiátrica pode ajudar, eu falo com você com calma e a gente pensa junto em como buscar. Isso não quer dizer que o seu caso é grave, nem que a terapia não está funcionando. Quer dizer que você está recebendo o cuidado completo.
Se você já faz acompanhamento com psiquiatra ou já toma remédio, a terapia pode caminhar junto. Eu não receito medicação, e qualquer mudança no remédio é sempre com o seu médico.
Qual é a diferença entre psicóloga e psiquiatra? →Faz sentido. Quando falta energia para o básico, marcar uma terapia parece mais uma tarefa. Por isso, começar comigo pede pouco:
Você manda uma mensagem no WhatsApp. Não precisa explicar o que sente. Um “oi, quero saber sobre a terapia” já basta. Pode mandar a hora que quiser, e eu respondo assim que puder.
Eu respondo. Tiro as suas dúvidas e falo sobre horários, valor e plano terapêutico. Conversar não obriga você a marcar.
A gente combina a primeira sessão. Você recebe o link e entra na hora marcada, do celular ou do computador, do lugar onde estiver.
Você não precisa se arrumar, sair de casa nem pegar trânsito. E não precisa chegar com nada preparado. Se não souber por onde começar, eu pergunto, e a gente vai a partir daí.
Veja o passo a passo completo da terapia online →
Sou a Eduarda, psicóloga, e atendo mulheres a partir de 18 anos em psicoterapia online. Na sessão, eu escuto, pergunto, comento e penso junto com você. Nos dias em que for difícil falar, eu ajudo a conversa a andar.
As sessões são individuais, por vídeo, com 50 minutos, e o que você diz fica entre nós, como determina o Código de Ética do Psicólogo. Tenho horários flexíveis que cabem na sua rotina.
Conheça a Eduarda →Importante
Este site não oferece atendimento de emergência, e uma mensagem no WhatsApp pode demorar a ser respondida.
Se você está pensando em morrer ou em se machucar, ou sente que não vai dar conta de passar por hoje, procure ajuda agora:
Ligue para o CVV. É de graça, atende 24 horas e você pode falar só o que conseguir. Também dá para conversar pelo chat em cvv.org.br.
Ligue para o SAMU ou vá ao pronto-socorro mais próximo se estiver em perigo.
Chame alguém de confiança para ficar com você.
Sentir isso não faz de você uma pessoa fraca, e você não está sozinha. Depois que estiver em segurança, a terapia pode ser um lugar para cuidar do que levou você até aqui.
Não. Você não precisa de laudo, encaminhamento nem certeza do que sente. Muita gente chega só com a sensação de que algo não está bem há muito tempo.
Funciona pelo mesmo caminho que a terapia presencial: a conversa e o vínculo entre nós duas. O atendimento online é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia. E, nos dias em que sair de casa parece impossível, fazer a sessão de onde você está pode ser o que permite não faltar.
Tudo bem. Às vezes a gente começa pela semana, por como você dormiu ou pelo que foi mais difícil. Eu faço perguntas, e você responde o que conseguir. O silêncio também tem lugar.
Me avise, do jeito que conseguir, nem que seja com uma mensagem curta. A gente conversa sobre isso sem bronca, e pensa junto em como fazer a terapia caber nos dias difíceis também.
Não dá para prometer um prazo, e eu não vou te prometer um. Depende do que você está vivendo e do seu momento. A gente conversa sobre como você está ao longo do caminho, e você decide até quando faz sentido continuar.
Muitas vezes ela aparece junto com outras coisas. Se você se reconhece nelas, vale ler também:
Quando você se cobra demais, se compara com todo mundo e duvida do próprio valor.
Terapia para autoestima →Quando a tristeza aparece na gestação ou depois que o bebê nasce, e vem junto com culpa por não estar feliz como esperavam.
Psicóloga para mães →Não precisa escolher um tema. Na terapia, a gente fala de tudo o que estiver junto.
Pode me mandar uma mensagem do jeito que conseguir, curta ou longa, hoje ou quando der. Eu respondo, tiro as suas dúvidas e a gente vê com calma o melhor horário para você.
Você manda uma mensagem e eu mesma respondo.