Um lugar para parar de dar conta
Aqui você não precisa estar bem, ser produtiva nem ter a resposta certa. Pode falar do cansaço, da raiva e do medo sem ser avaliada.
Eduarda Marilia Araújo Sirqueira · Psicóloga · CRP-23/004002
Sou psicóloga e atendo mulheres cansadas de um trabalho que pede tudo, inseguras com o próximo passo ou com sinais de burnout. Sessões individuais por vídeo, em um horário que cabe na sua rotina.
O domingo à noite já vem com um aperto. Você sai do trabalho, mas o trabalho não sai de você.
Talvez você se reconheça em algumas destas situações:
Isso não é um teste e não serve para dar diagnóstico. É só para você saber que o que sente pode ser dito e cuidado, mesmo que, por fora, você continue dando conta.
Quando o trabalho adoece, a primeira pessoa a levar a culpa costuma ser você mesma.
Mas o esgotamento não nasce da sua fraqueza. A Organização Mundial da Saúde descreve o burnout como um fenômeno ligado ao trabalho, e não como um defeito de quem trabalha.
Ele tem a ver com o que acontece em volta de você: metas que só aumentam, equipe pequena, chefia que cobra e não escuta, salário que não acompanha o esforço. Para muitas mulheres, ainda tem mais: precisar provar o tempo todo que sabe o que faz, ser interrompida em reunião e chegar em casa para começar outro turno.
Eu trabalho com a psicologia histórico-cultural. Na prática, isso quer dizer que eu não olho para o seu cansaço como um problema de resiliência. Olho para você dentro da sua história e das condições em que você trabalha, para entender junto com você o que está te desgastando e o que é possível fazer a partir daí.
Cada processo é diferente, porque cada pessoa e cada trabalho são. Em geral, o caminho passa por estes pontos:
Aqui você não precisa estar bem, ser produtiva nem ter a resposta certa. Pode falar do cansaço, da raiva e do medo sem ser avaliada.
A gente olha para a sua rotina, para as cobranças que vêm de fora e para as que você aprendeu a fazer a si mesma. Aos poucos, fica mais claro o que é do trabalho e o que é seu.
O que você ouviu em casa sobre dinheiro, esforço e sucesso. De onde veio a ideia de que descansar é preguiça ou de que você precisa ser a melhor para merecer o seu lugar.
Conversar com a chefia, rever um limite, procurar outro caminho ou ficar por um tempo enquanto se organiza. A gente pensa junto no que cabe na sua vida real, com as contas que você tem.
A terapia não serve para você render mais, e não existe prazo nem fórmula. A gente vai no seu ritmo, e as decisões continuam sendo suas.
Pode ser só um “oi”. Eu respondo e a gente conversa sobre o melhor horário para você.
Nem toda mulher chega aqui esgotada. Às vezes você está em um momento de escolha, ou quase isso. A gente também pode falar sobre:
Você tem formação e experiência, e mesmo assim sente que não está à altura. Falar em reunião, pedir aumento ou assumir um cargo novo vira um peso.
Você não quer mais o que tem, mas ainda não sabe o que quer. Ou sabe, e tem medo do que vão dizer e do que pode perder.
O primeiro emprego, a volta depois da licença-maternidade, uma demissão, um tempo sem trabalho, a decisão de abrir algo seu ou de parar.
Eu não vou te dizer qual é a profissão certa nem traçar um plano de carreira. Meu trabalho é ajudar você a entender o que pesa nessa decisão, o que é desejo seu e o que é expectativa dos outros, para que a escolha seja sua.
Quem está esgotada não precisa de mais um deslocamento. Como a sessão é online, ela pode acontecer antes do expediente, no intervalo, à noite ou no fim de semana.
Ninguém do trabalho precisa saber. Se a sessão for no horário de almoço, muitas mulheres usam o carro estacionado ou uma sala vazia, com fone. Se puder, use o seu celular ou computador pessoal, e não os da empresa. No dia em que você estiver sem condições de sair de casa, a sessão pode ser do quarto.
Começar é simples:
Você manda uma mensagem no WhatsApp. Não precisa contar o motivo. Um “oi, quero saber sobre a terapia” já basta, e pode ser fora do horário comercial. Eu respondo assim que puder.
Eu respondo. Tiro as suas dúvidas e falo sobre horários, valor e plano terapêutico. A gente combina algo que caiba na sua realidade, e conversar não obriga você a marcar.
A gente combina a primeira sessão. Você recebe o link e entra na hora marcada, do celular ou do computador.
Sou a Eduarda, psicóloga, e atendo mulheres a partir de 18 anos em psicoterapia online. Na sessão, eu escuto, pergunto, comento e penso junto com você. Aqui você não está sendo avaliada, não precisa bater meta e não vai ouvir que falta se esforçar mais.
As sessões são individuais, por vídeo, com 50 minutos, e são sigilosas, como determina o Código de Ética do Psicólogo. Tenho horários flexíveis que cabem na sua rotina.
Conheça a Eduarda →Importante
Este site não oferece atendimento de emergência, e uma mensagem no WhatsApp pode demorar a ser respondida. Se você está passando por uma crise forte agora, pensa em morrer ou sente que pode se machucar:
Ligue 188 (CVV), que atende 24 horas e de graça, ou procure o pronto-socorro mais próximo.
Se o cansaço vem com sintomas físicos fortes, como dor no peito ou falta de ar, procure um atendimento médico. O esgotamento pede cuidado com o corpo também.
Assédio no trabalho
Se você sofre humilhação, ameaça, perseguição ou investida sexual no trabalho, a responsabilidade é de quem faz isso, e não sua.
Eu não dou orientação jurídica, mas a terapia pode ser um lugar para falar do que você viveu e pensar nos seus próximos passos, no seu tempo.
Atendo mulheres com ou sem diagnóstico. Você não precisa ter certeza do que está sentindo para procurar ajuda, e eu não consigo dizer o que é por aqui. Esgotamento pode se parecer com outras situações de saúde, por isso vale procurar também um médico, para olhar para o seu corpo e avaliar o que está acontecendo.
Procure um médico, que pode avaliar a sua saúde e orientar sobre o afastamento. Na terapia, a gente pode falar do que levou você até esse ponto e de como é parar ou voltar. Se você precisar de algum documento meu, a gente conversa sobre isso.
Não. Essa decisão é sua, e ela depende de muita coisa, inclusive das suas contas. Eu ajudo você a pensar com mais clareza no que quer e no que é possível agora.
Não. Eu faço psicoterapia. A gente conversa sobre o que você sente e sobre a sua relação com o trabalho. Não monto currículo, plano de carreira nem metas de desempenho.
Por mim, não. O que você fala na sessão é sigiloso, como determina o Código de Ética do Psicólogo, e eu não tenho contato com a sua empresa. Só você decide para quem contar.
Faz. Perder o trabalho ou estar procurando um mexe com dinheiro, rotina e com a forma como você se vê. Se o valor preocupa, me conte na primeira mensagem. A gente conversa sobre um plano que caiba na sua realidade.
Eu não receito medicação, e essa avaliação cabe a um médico. Em alguns casos, a terapia caminha junto com o acompanhamento de um psiquiatra. Se você já toma algum remédio, qualquer mudança é sempre com quem acompanha você.
O trabalho atravessa todo o resto da vida. Se você se reconhece nestes temas, vale ler também:
Quando você resolve tudo para todo mundo, sente culpa ao dizer não e não sobra tempo para você.
Terapia para sobrecarga e limites →Quando a cabeça não desliga, o corpo fica em alerta e você sofre antes de as coisas acontecerem.
Psicoterapia para ansiedade →Não precisa escolher um tema. Na terapia, a gente fala de tudo o que estiver junto.
Pode me mandar uma mensagem do jeito que conseguir, no intervalo, na volta para casa ou depois do expediente. Eu respondo, tiro as suas dúvidas e a gente vê com calma o melhor horário para você.
Você manda uma mensagem e eu mesma respondo.