Eduarda Marilia Araújo Sirqueira · Psicóloga · CRP-23/004002

Terapia online para autoestima

Sou psicóloga e atendo mulheres que se cobram demais, se comparam o tempo todo e duvidam do próprio valor. Sessões individuais por vídeo, para você se conhecer melhor, de onde estiver.

Eduarda Sirqueira, psicóloga

Como a baixa autoestima aparece no dia a dia

Baixa autoestima não é só “não gostar de si”. Muitas vezes ela aparece em coisas pequenas, que de tão repetidas parecem parte de quem você é.

Talvez você se reconheça em algumas destas situações:

  • Alguém te elogia e você logo encontra um motivo para aquilo não ser verdade.
  • Antes de dar uma opinião, postar uma foto ou pedir alguma coisa, você pensa dez vezes.
  • Você se compara com a colega, com a amiga, com quem aparece na tela do celular. E sempre sai perdendo.
  • Quando algo dá certo, foi sorte. Quando dá errado, foi culpa sua.
  • Você aceita menos do que gostaria, no trabalho ou nas relações, porque acha que não pode pedir mais.
  • Você fala com você mesma de um jeito que nunca falaria com uma amiga.

Isso não é um teste e não serve para dar diagnóstico. É só para você saber que o que sente é comum e pode ser olhado com cuidado.

Ninguém nasce se achando pouco

Muitas mulheres chegam à terapia achando que o problema é delas:

“eu sou insegura mesmo” “é o meu jeito” “eu deveria me valorizar mais”

A forma como você se enxerga foi construída ao longo da vida. Nas coisas que você ouviu em casa e na escola, nas comparações, no que esperaram de você como mulher: ser bonita, agradável, dar conta de tudo e não incomodar. Ninguém aprende a se cobrar sozinha.

Eu trabalho com a psicologia histórico-cultural. Na prática, isso quer dizer que eu não olho para a sua autoestima como uma falha de personalidade. Olho para você dentro da sua história e das suas relações, para entender junto com você de onde vem essa voz que te diminui.

Não é sobre repetir frases positivas no espelho. É sobre entender, com calma, como você chegou até aqui.

Como a terapia pode ajudar com a autoestima

Cada processo é diferente, porque cada pessoa é. Em geral, o trabalho passa por estes caminhos:

01

Entender de onde vem a voz que te critica

Aquela voz que diz que você não é boa o bastante tem uma história. A gente olha para quando ela apareceu, com quem você aprendeu a falar assim com você e em que momentos ela fica mais alta.

02

Descobrir o que você quer

Muitas mulheres passam tanto tempo tentando corresponder ao que esperam delas que perdem de vista o que gostam, o que pensam e o que querem. A terapia é um lugar para se ouvir de novo.

03

Olhar para as suas relações

Onde você se sente pequena? Com quem você não consegue dizer o que pensa? A gente olha para as relações em que você se diminui e para as que te fazem bem.

04

Experimentar outros jeitos de se tratar

Pedir o que precisa, dizer o que pensa, reconhecer o que você faz bem. A gente pensa junto em passos possíveis na sua rotina real, no seu ritmo e sem virar mais uma cobrança.

Não existe prazo fixo nem fórmula. A gente vai no seu tempo, e você participa de cada passo.

Agendar pelo WhatsApp

Pode ser só um “oi”. Eu respondo e a gente conversa sobre o melhor horário para você.

Você não precisa estar mal para fazer terapia

Nem toda mulher chega à terapia com um sofrimento que tem nome. Algumas chegam porque querem entender por que repetem as mesmas escolhas. Outras estão numa fase de mudança, como uma mudança de cidade, o fim de uma relação ou uma nova etapa no trabalho, e querem atravessá-la sabendo melhor o que querem.

Outras só sentem que passaram tanto tempo sendo

filha, mãe, namorada, funcionária,

que não sabem mais quem são fora desses papéis.

Tudo isso é motivo para fazer terapia.

O autoconhecimento não é um luxo nem uma coisa para quando sobrar tempo. É conhecer você mesma o bastante para fazer escolhas que façam sentido para você.

Se parece demais reservar um tempo só para você

Muitas mulheres adiam a terapia porque acham que o que sentem é bobagem perto dos problemas dos outros, ou porque sentem culpa de gastar tempo e dinheiro com elas mesmas. Se você pensou isso, essa também é uma conversa que pode acontecer na terapia.

Começar é simples:

  1. Você manda uma mensagem no WhatsApp. Não precisa justificar o motivo. Um “oi, quero saber sobre a terapia” já basta.

  2. Eu respondo. Tiro as suas dúvidas e falo sobre horários, valor e plano terapêutico. A gente combina algo que caiba na sua realidade, e conversar não obriga você a marcar.

  3. A gente combina a primeira sessão. Você recebe o link e entra na hora marcada, do celular ou do computador.

Na primeira sessão, você não precisa ter um objetivo pronto nem saber explicar o que sente. Descobrir isso faz parte do caminho.

Veja o passo a passo completo da terapia online →
Eduarda Sirqueira, psicóloga

Uma psicóloga que conversa com você

Sou a Eduarda, psicóloga, e atendo mulheres a partir de 18 anos em psicoterapia online. Na sessão, eu escuto, pergunto, comento e penso junto com você. Aqui você não vai ser avaliada nem comparada, e eu não vou te dizer quem você deveria ser. A gente descobre junto quem você é.

As sessões são individuais, por vídeo, com 50 minutos, e o que você diz fica entre nós, como determina o Código de Ética do Psicólogo. Tenho horários flexíveis que cabem na sua rotina.

Conheça a Eduarda →

Importante

Se você está em crise agora

188 CVV · 24 horas · grátis

Este site não oferece atendimento de emergência. Se você está passando por uma crise forte agora, ou sente que pode se machucar, ligue 188 (CVV), que atende 24 horas e de graça, ou procure o pronto-socorro mais próximo.

Se a sua relação com a comida ou com o corpo está causando muito sofrimento ou afetando a sua saúde, procure também um atendimento médico. A terapia pode caminhar junto com esse cuidado.

Dúvidas sobre terapia para autoestima

Ver todas as dúvidas →
Baixa autoestima é motivo para fazer terapia?

É. Você não precisa estar em crise nem ter um diagnóstico. Se a forma como você se enxerga está pesando nas suas escolhas, no trabalho ou nas relações, esse já é um bom motivo para começar.

A terapia vai aumentar a minha autoestima?

Eu não vou te prometer isso, porque ninguém pode prometer. O que a terapia faz é ajudar você a entender de onde vem a forma como você se vê e a experimentar outros jeitos de se tratar. Como isso muda a sua relação com você, a gente acompanha junto ao longo do caminho.

Minha questão é com o meu corpo e a minha aparência. Você atende?

Atendo. A relação com o corpo aparece muito quando a gente fala de autoestima, e tem muito a ver com as cobranças que as mulheres recebem. Se houver também sofrimento com a alimentação, pode ser importante ter um acompanhamento médico junto, e a gente conversa sobre isso.

Eu nem sei direito o que quero da terapia. Posso começar assim?

Pode. Muita gente começa só com a sensação de que algo precisa mudar. Descobrir o que você quer faz parte da terapia, e não é uma condição para entrar nela.

E se eu sentir vergonha de falar de mim?

É comum, principalmente para quem está acostumada a se diminuir. Você fala no seu ritmo, e eu ajudo com perguntas. Nada do que você contar vai ser motivo de julgamento.

A forma como você se vê aparece nas suas relações

A autoestima costuma aparecer com força na forma como a gente ama, se relaciona com a família e aceita ser tratada. Se você se reconhece nisso, vale ler também:

Você não precisa ter certeza de que merece esse cuidado

Pode me mandar uma mensagem do jeito que conseguir, curta ou longa, mesmo que ainda ache que é bobagem. Eu respondo, tiro as suas dúvidas e a gente vê com calma o melhor horário para você.

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Você manda uma mensagem e eu mesma respondo.

Eduarda Sirqueira sorrindo
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