Entender de onde vem a voz que te critica
Aquela voz que diz que você não é boa o bastante tem uma história. A gente olha para quando ela apareceu, com quem você aprendeu a falar assim com você e em que momentos ela fica mais alta.
Eduarda Marilia Araújo Sirqueira · Psicóloga · CRP-23/004002
Sou psicóloga e atendo mulheres que se cobram demais, se comparam o tempo todo e duvidam do próprio valor. Sessões individuais por vídeo, para você se conhecer melhor, de onde estiver.
Baixa autoestima não é só “não gostar de si”. Muitas vezes ela aparece em coisas pequenas, que de tão repetidas parecem parte de quem você é.
Talvez você se reconheça em algumas destas situações:
Isso não é um teste e não serve para dar diagnóstico. É só para você saber que o que sente é comum e pode ser olhado com cuidado.
Muitas mulheres chegam à terapia achando que o problema é delas:
A forma como você se enxerga foi construída ao longo da vida. Nas coisas que você ouviu em casa e na escola, nas comparações, no que esperaram de você como mulher: ser bonita, agradável, dar conta de tudo e não incomodar. Ninguém aprende a se cobrar sozinha.
Eu trabalho com a psicologia histórico-cultural. Na prática, isso quer dizer que eu não olho para a sua autoestima como uma falha de personalidade. Olho para você dentro da sua história e das suas relações, para entender junto com você de onde vem essa voz que te diminui.
Não é sobre repetir frases positivas no espelho. É sobre entender, com calma, como você chegou até aqui.
Cada processo é diferente, porque cada pessoa é. Em geral, o trabalho passa por estes caminhos:
Aquela voz que diz que você não é boa o bastante tem uma história. A gente olha para quando ela apareceu, com quem você aprendeu a falar assim com você e em que momentos ela fica mais alta.
Muitas mulheres passam tanto tempo tentando corresponder ao que esperam delas que perdem de vista o que gostam, o que pensam e o que querem. A terapia é um lugar para se ouvir de novo.
Onde você se sente pequena? Com quem você não consegue dizer o que pensa? A gente olha para as relações em que você se diminui e para as que te fazem bem.
Pedir o que precisa, dizer o que pensa, reconhecer o que você faz bem. A gente pensa junto em passos possíveis na sua rotina real, no seu ritmo e sem virar mais uma cobrança.
Não existe prazo fixo nem fórmula. A gente vai no seu tempo, e você participa de cada passo.
Pode ser só um “oi”. Eu respondo e a gente conversa sobre o melhor horário para você.
Nem toda mulher chega à terapia com um sofrimento que tem nome. Algumas chegam porque querem entender por que repetem as mesmas escolhas. Outras estão numa fase de mudança, como uma mudança de cidade, o fim de uma relação ou uma nova etapa no trabalho, e querem atravessá-la sabendo melhor o que querem.
Outras só sentem que passaram tanto tempo sendo
que não sabem mais quem são fora desses papéis.
Tudo isso é motivo para fazer terapia.
O autoconhecimento não é um luxo nem uma coisa para quando sobrar tempo. É conhecer você mesma o bastante para fazer escolhas que façam sentido para você.
Muitas mulheres adiam a terapia porque acham que o que sentem é bobagem perto dos problemas dos outros, ou porque sentem culpa de gastar tempo e dinheiro com elas mesmas. Se você pensou isso, essa também é uma conversa que pode acontecer na terapia.
Começar é simples:
Você manda uma mensagem no WhatsApp. Não precisa justificar o motivo. Um “oi, quero saber sobre a terapia” já basta.
Eu respondo. Tiro as suas dúvidas e falo sobre horários, valor e plano terapêutico. A gente combina algo que caiba na sua realidade, e conversar não obriga você a marcar.
A gente combina a primeira sessão. Você recebe o link e entra na hora marcada, do celular ou do computador.
Na primeira sessão, você não precisa ter um objetivo pronto nem saber explicar o que sente. Descobrir isso faz parte do caminho.
Veja o passo a passo completo da terapia online →
Sou a Eduarda, psicóloga, e atendo mulheres a partir de 18 anos em psicoterapia online. Na sessão, eu escuto, pergunto, comento e penso junto com você. Aqui você não vai ser avaliada nem comparada, e eu não vou te dizer quem você deveria ser. A gente descobre junto quem você é.
As sessões são individuais, por vídeo, com 50 minutos, e o que você diz fica entre nós, como determina o Código de Ética do Psicólogo. Tenho horários flexíveis que cabem na sua rotina.
Conheça a Eduarda →Este site não oferece atendimento de emergência. Se você está passando por uma crise forte agora, ou sente que pode se machucar, ligue 188 (CVV), que atende 24 horas e de graça, ou procure o pronto-socorro mais próximo.
Se a sua relação com a comida ou com o corpo está causando muito sofrimento ou afetando a sua saúde, procure também um atendimento médico. A terapia pode caminhar junto com esse cuidado.
É. Você não precisa estar em crise nem ter um diagnóstico. Se a forma como você se enxerga está pesando nas suas escolhas, no trabalho ou nas relações, esse já é um bom motivo para começar.
Eu não vou te prometer isso, porque ninguém pode prometer. O que a terapia faz é ajudar você a entender de onde vem a forma como você se vê e a experimentar outros jeitos de se tratar. Como isso muda a sua relação com você, a gente acompanha junto ao longo do caminho.
Atendo. A relação com o corpo aparece muito quando a gente fala de autoestima, e tem muito a ver com as cobranças que as mulheres recebem. Se houver também sofrimento com a alimentação, pode ser importante ter um acompanhamento médico junto, e a gente conversa sobre isso.
Pode. Muita gente começa só com a sensação de que algo precisa mudar. Descobrir o que você quer faz parte da terapia, e não é uma condição para entrar nela.
É comum, principalmente para quem está acostumada a se diminuir. Você fala no seu ritmo, e eu ajudo com perguntas. Nada do que você contar vai ser motivo de julgamento.
A autoestima costuma aparecer com força na forma como a gente ama, se relaciona com a família e aceita ser tratada. Se você se reconhece nisso, vale ler também:
Não precisa escolher um tema. Na terapia, a gente fala de tudo o que estiver junto.
Pode me mandar uma mensagem do jeito que conseguir, curta ou longa, mesmo que ainda ache que é bobagem. Eu respondo, tiro as suas dúvidas e a gente vê com calma o melhor horário para você.
Você manda uma mensagem e eu mesma respondo.