Entender de onde ela vem
A gente olha para quando a ansiedade aparece, o que costuma vir antes e o que ela está tentando proteger. Aos poucos, ela deixa de ser um susto e passa a fazer sentido.
Eduarda Marilia Araújo Sirqueira · Psicóloga · CRP-23/004002
Sou psicóloga e atendo mulheres que vivem com a cabeça que não desliga. Sessões individuais por vídeo, de onde você estiver, com alguém que escuta e conversa com você.
Todo mundo sente ansiedade às vezes. Ela aparece antes de uma entrevista, de uma conversa difícil, de uma mudança. O problema é quando ela não vai embora e começa a decidir por você.
Talvez você se reconheça em algumas destas situações:
Isso não é um teste e não serve para dar diagnóstico. É só para você saber que o que sente tem nome, é comum e pode ser cuidado.
Muitas mulheres chegam à terapia se culpando:
A ansiedade não nasce do nada, e ela não é falta de força de vontade. Ela tem a ver com a vida que você leva: as cobranças no trabalho, a conta que não fecha, o cuidado com a casa e com a família, as relações que pesam, as coisas que você aprendeu a guardar.
Eu trabalho com a psicologia histórico-cultural. Na prática, isso quer dizer que eu não olho para a sua ansiedade como um problema isolado dentro da sua cabeça. Olho para você dentro da sua história e da sua rotina, para entender junto com você o que está alimentando o que você sente.
Cada processo é diferente, porque cada pessoa é. Em geral, o trabalho passa por estes caminhos:
A gente olha para quando a ansiedade aparece, o que costuma vir antes e o que ela está tentando proteger. Aos poucos, ela deixa de ser um susto e passa a fazer sentido.
Pensar no pior, tentar controlar tudo, dizer sim para não decepcionar. A gente repara nesses jeitos de funcionar sem julgamento, para você poder escolher o que fazer com eles.
Ao longo das sessões, a gente pensa junto no que você pode fazer quando a ansiedade aperta, a partir da sua rotina real, e não de uma receita pronta.
Às vezes, parte da ansiedade vem de algo concreto: um trabalho que esgota, um relacionamento que pesa, uma carga que só você carrega. A terapia também é lugar para pensar nessas situações e nas decisões que você quer tomar.
Não existe prazo fixo nem fórmula. A gente vai no seu tempo, e você participa de cada passo.
Pode ser só um “oi”. Eu respondo e a gente conversa sobre o melhor horário para você.
Faz sentido. Para quem tem ansiedade, o primeiro contato costuma ser a parte mais difícil. Por isso, ele é simples:
Você manda uma mensagem no WhatsApp. Não precisa explicar nada. Um “oi, quero saber sobre a terapia” já basta.
Eu respondo. Tiro as suas dúvidas e falo sobre horários, valor e plano terapêutico. Conversar não obriga você a marcar.
A gente combina a primeira sessão. Você recebe o link e entra na hora marcada, do celular ou do computador.
Na primeira sessão, você fala o que quiser e no ritmo que conseguir. Se travar, tudo bem. Eu pergunto, a gente conversa, e o silêncio também tem lugar.
Veja o passo a passo completo da terapia online →
Sou a Eduarda, psicóloga, e atendo mulheres a partir de 18 anos em psicoterapia online. Na sessão, eu escuto, pergunto, comento e penso junto com você.
As sessões são individuais, por vídeo, com 50 minutos, e o que você diz fica entre nós, como determina o Código de Ética do Psicólogo. Tenho horários flexíveis que cabem na sua rotina.
Conheça a Eduarda →Este site não oferece atendimento de emergência. Se você está passando por uma crise forte agora, ou sente que pode se machucar, ligue 188 (CVV), que atende 24 horas e de graça, ou procure o pronto-socorro mais próximo.
Se for a primeira vez que você sente sintomas físicos fortes, como dor no peito ou falta de ar, procure um atendimento médico para cuidar do corpo também. Depois, a terapia ajuda a entender o que está acontecendo.
Em alguns casos, a terapia caminha junto com o acompanhamento de um psiquiatra. Se fizer sentido para você, a gente conversa sobre isso com calma.
Funciona do mesmo jeito que outros temas: pela conversa e pelo vínculo entre nós duas. O atendimento online é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia. E, para muita gente com ansiedade, fazer a sessão de um lugar conhecido, sem trânsito e sem sala de espera, deixa tudo mais leve.
Não. Você não precisa de laudo, encaminhamento nem certeza do que sente. Entender o que está acontecendo faz parte da terapia.
Pode. Em muitos casos, os dois andam juntos. Qualquer mudança no remédio é sempre com o seu médico. Eu não receito medicação.
Não dá para prometer um prazo, e eu não vou te prometer um. Depende do que você está vivendo e do seu momento. A gente conversa sobre como você está se sentindo ao longo do caminho, e você decide até quando faz sentido continuar.
Você pode me dizer. A gente para, respira e decide junto se continua no assunto ou muda de rumo. Você não precisa dar conta de nada sozinha ali.
Muitas vezes ela aparece junto com outras coisas. Se você se reconhece nelas, vale ler também:
Quando você resolve tudo para todo mundo e sente culpa quando diz não.
Terapia para sobrecarga e limites →Quando o trabalho cobra demais, esgota ou deixa você com medo de errar.
Terapia para carreira e trabalho →Não precisa escolher um tema. Na terapia, a gente fala de tudo o que estiver junto.
Pode me mandar uma mensagem do jeito que conseguir, curta ou longa. Eu respondo, tiro as suas dúvidas e a gente vê com calma o melhor horário para você.
Você manda uma mensagem e eu mesma respondo.