Um lugar para falar de você
Aqui o assunto não é só o bebê, a escola ou a rotina da casa. Você pode falar do que sente, inclusive do que não diria para mais ninguém.
Eduarda Marilia Araújo Sirqueira · Psicóloga · CRP-23/004002
Atendo mulheres na gestação, no puerpério e em qualquer fase da maternidade. Sessões individuais por vídeo, para você falar do que sente sem precisar provar que ama seus filhos.
Dá para amar uma criança mais do que tudo e, no mesmo dia, querer sair de casa sozinha e não voltar tão cedo. Muitas mães sentem isso e não contam para ninguém.
Talvez você se reconheça em algumas destas situações:
Isso não é um teste e não serve para dar diagnóstico. É só para você saber que o que sente pode ser dito e cuidado, sem que isso diminua o seu amor pelos seus filhos.
A culpa materna aparece por todo lado.
Parece que sempre existe uma mãe melhor em algum lugar, e que só você não está dando conta.
Essa culpa não nasce do nada, e ela não prova que você é uma mãe ruim. Desde cedo, as mulheres ouvem que ser mãe é instinto, que o amor deve bastar, que cuidar é obrigação delas. Ao mesmo tempo, quase tudo fica nas suas mãos: a casa, as crianças, o dinheiro que não fecha, o trabalho, a família inteira.
Eu trabalho com a psicologia histórico-cultural. Na prática, isso quer dizer que eu não olho para o seu cansaço como uma falha sua. Olho para você dentro da sua história e da sua rotina, para entender junto com você o que estão te pedindo, o que você aprendeu que uma mãe deve ser e quem é você nisso tudo.
Cada processo é diferente, porque cada mulher e cada família são. Em geral, o trabalho passa por estes caminhos:
Aqui o assunto não é só o bebê, a escola ou a rotina da casa. Você pode falar do que sente, inclusive do que não diria para mais ninguém.
A gente olha junto para o que mudou na sua vida, para o que você carrega e para o que você aprendeu com a sua própria mãe e com a sua família sobre ser mãe.
O trabalho, as amizades, o corpo, os desejos, a relação com quem está ao seu lado. A gente abre espaço para o que ficou para trás e para o que você quer agora.
Pedir ajuda, dividir tarefas, dizer não para uma visita ou para um palpite. A gente pensa junto em passos que caibam na sua vida real, com o tempo e o dinheiro que você tem.
Eu não vou te ensinar a ser mãe, e não existe prazo nem fórmula. A gente vai no seu ritmo, e você participa de cada passo.
Pode ser só um “oi”. Eu respondo e a gente conversa sobre o melhor horário para você.
A gravidez pode vir com alegria, medo, dúvida e tudo isso ao mesmo tempo. O corpo muda, o trabalho preocupa, o parto assusta, e todo mundo tem uma opinião. Você não precisa estar radiante o tempo todo. A terapia é um lugar para falar do que você sente enquanto essa mudança acontece.
Os meses depois do parto costumam ser vividos com pouco sono, um corpo que ainda está mudando e uma rotina que gira em torno do bebê. O choro pode vir sem aviso, e a alegria que você esperava pode não aparecer do jeito que imaginou. Isso não quer dizer que você falhou.
Se a tristeza ou o medo estiverem pesando, fale com alguém, sem esperar passar: pode ser comigo ou com o médico que acompanha você.
A maternidade não fica mais leve de uma hora para outra, ela muda. Escola, adolescência, a volta ao trabalho, a carga de cuidar sozinha, o filho que sai de casa.
Também tem lugar aqui quem se tornou mãe por adoção ou criou filhos que não gerou, e quem está decidindo se quer ser mãe.
Essa é a pergunta de quase toda mãe, e a gente resolve junto. Como a sessão é online, ela pode acontecer no horário da soneca, depois que as crianças dormem, no fim de semana ou no intervalo do trabalho. Não tem deslocamento nem trânsito, e você não precisa de ninguém para buscar as crianças.
Se o seu bebê ainda precisa ficar com você, ele pode estar no colo durante a sessão, e você pode amamentar. Se ele chorar ou acordar, a gente faz uma pausa. Não precisa pedir desculpas.
Só peço que, quando for possível, você tenha um pouco de privacidade para falar à vontade. Com crianças maiores por perto, um fone de ouvido, o quarto ou o carro estacionado costumam ajudar.
Começar é simples:
Você manda uma mensagem no WhatsApp. Não precisa contar o motivo. Um “oi, quero saber sobre a terapia” já basta. Pode mandar na madrugada, entre uma mamada e outra. Eu respondo assim que puder.
Eu respondo. Tiro as suas dúvidas e falo sobre horários, valor e plano terapêutico. A gente combina algo que caiba na sua realidade, e conversar não obriga você a marcar.
A gente combina a primeira sessão. Você recebe o link e entra na hora marcada, do celular ou do computador.
Sou a Eduarda, psicóloga, e atendo mulheres a partir de 18 anos em psicoterapia online. Na sessão, eu escuto, pergunto, comento e penso junto com você. Aqui você não vai ser avaliada como mãe, e eu não vou comparar a sua história com a de ninguém.
As sessões são individuais, por vídeo, com 50 minutos, e são sigilosas, como determina o Código de Ética do Psicólogo. Tenho horários flexíveis que cabem na sua rotina.
Conheça a Eduarda →Importante
Este site não oferece atendimento de emergência, e uma mensagem no WhatsApp pode demorar a ser respondida. Se você está pensando em morrer, em se machucar ou tem medo de machucar alguém, procure ajuda agora:
Ligue 188 (CVV). É de graça, atende 24 horas e você pode falar só o que conseguir.
Ligue 192 (SAMU) ou vá ao pronto-socorro mais próximo se houver perigo.
Chame alguém de confiança. Se estiver sozinha com um bebê e precisar se afastar, deixe ele em um lugar seguro, como o berço, enquanto essa pessoa não chega.
Depois do parto
Se você se sentir muito confusa, ou estiver vendo ou ouvindo coisas que as outras pessoas não percebem, procure o pronto-socorro hoje mesmo, com alguém ao seu lado.
Sentir isso não faz de você uma mãe ruim, e você não precisa passar por isso sozinha. Depois que estiver em segurança, a terapia pode caminhar junto com esse cuidado.
Atendo mulheres no puerpério, com ou sem diagnóstico. Você não precisa ter certeza do que está sentindo para procurar ajuda, e eu não consigo dizer o que é por aqui. Se está pesando, fale também com quem acompanha a sua saúde, para que uma avaliação médica possa caminhar junto com a terapia.
Pode. Aqui você pode dizer isso sem ouvir um sermão e sem que ninguém conclua que você não ama seus filhos. Muitas vezes, é justamente o que a gente mais precisa conversar.
Pode. A sessão é por vídeo e não pede nada além de um lugar para falar à vontade. Você pode começar em qualquer momento da gestação e continuar depois que o bebê nascer.
Não pare nem mude o remédio por conta própria. Quem orienta isso é o seu médico, e vale contar para ele sobre a gestação ou a amamentação. Eu não receito medicação. A terapia pode caminhar junto com esse acompanhamento.
Não. Eu não dou receita de como criar uma criança. A gente conversa sobre você, sobre o que você sente e sobre o que faz sentido para a sua família.
Não sou, e não vou fingir que sei como é viver o que você vive. O que eu faço é escutar a sua história e perguntar, sem partir de nenhuma ideia pronta do que uma mãe deveria sentir. Se em algum momento você sentir que eu não entendi algo, me diga, e a gente conversa sobre isso.
Não. Atendo mulheres a partir de 18 anos, em sessões individuais. Se você procura atendimento para o seu filho, um psicólogo infantil é o caminho.
Ser mãe atravessa todo o resto da vida. Se você se reconhece nestes temas, vale ler também:
Quando você resolve tudo para todo mundo, sente culpa ao dizer não e não sobra tempo para você.
Terapia para sobrecarga e limites →Quando a tristeza fica, o cansaço não passa com o sono e as coisas perdem a graça.
Psicoterapia para tristeza e depressão →Não precisa escolher um tema. Na terapia, a gente fala de tudo o que estiver junto.
Pode me mandar uma mensagem do jeito que conseguir, curta, com uma mão só, na hora que der. Eu respondo, tiro as suas dúvidas e a gente vê com calma o melhor horário para você.
Você manda uma mensagem e eu mesma respondo.